Espiritismo desmascara charlatães

A doutrina espírita defende o princípio cristão de que se deve dar de graça o que de graça se recebeu. No Espiritismo não há lugar para o comércio da mediunidade ou de qualquer forma de auxílio espiritual.
Os espíritas não cobram nem aceitam nenhum tipo de pagamentos, não colocam anúncios nem prometem a resolução dos problemas alheios. Qualquer pessoa que diga ser espírita, ou que diga pertencer a alguma instituição espírita, e peça algum tipo de remuneração está a fazer-se passar por aquilo que não é.

"Reconhece-se o verdadeiro espírita por sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar as más inclinações" - O evangelho segundo o espiritismo - Página 188, Allan Kardec
O pseudônimo "Allan Kardec", segundo biografias, foi adotado pelo Prof. Rivail a fim de diferenciar a Codificação Espírita dos seus trabalhos pedagógicos anteriores. Segundo algumas fontes, o pseudônimo foi escolhido pois um espírito revelou-lhe que haviam vivido juntos entre os druidas, na Gália, e que então o Codificador se chamava "Allan Kardec"



